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Disfunção do assoalho pélvico

27/06/2017 09h18

As desordens funcionais do assoalho pélvico representam um problema de saúde comum e que impacta significativamente a qualidade de vida das pacientes. Destacam-se a incontinência urinária, os distúrbios de defecação (incontinência fecal e evacuação incompleta) e os prolapsos de órgãos pélvicos (bexiga, útero/vagina e o reto). Estima-se que aproximadamente 10% das pacientes vão necessitar de tratamento cirúrgico. Dada a fisiopatologia incerta da disfunção do assoalho pélvico e a alta taxa de recidiva após a cirurgia, a imagem desempenha um papel importante no seu manejo clínico, especialmente para a avaliação pré-operatória de pacientes com disfunções multicompartimentais e reparos cirúrgicos fracassados. A ressonância magnética dinâmica do assoalho pélvico é muito importante para o diagnóstico e, principalmente para o planejamento terapêutico das disfunções do assoalho pélvico, permitindo a avaliação anatômica e funcional dos órgão pélvicos. A avaliação clínica isolada é insuficiente para a avaliação e graduação da disfunção do assoalho pélvico, principalmente nas pacientes candidatas a intervenção cirúrgica. A RM Permite um melhor planejamento cirúrgico, minimizando os riscos de complicações de complicação e recidiva da patologia. É indicada principalmente nos casos de recidiva após tratamento cirúrgico.

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